13 abril 2015

Pela Última Vez

Olá você, eu não defendo a procrastinação, mas sou grande praticante. Eu até comecei um outro relato meu, mas hoje pela manhã quando fui continuá-lo simplesmente o odiei. Enfim, a vida é assim, uma hora você ama o que faz, e outra hora quer que o fogo do inferno queime seus trabalhos HAHAHAHA... Enfim², esse poema foi algo que eu fiz bem na hora (amo essas explosões de adrenalina+inspiração randômica quando preciso muito), eu gostei EXTREMAMENTE dele, porque é algo que eu queria ter feito há algum tempo. Percebam que meus poemas usuais eu geralmente conto em forma de história, uma sequência de fatos; este, porém, se segue a partir de uma mensagem a um alguém, o que na minha opinião torna o poema um pouco mais abstrato na linguagem e algo de se deleitar lendo. Perdão pela linguagem arcaica, bejã1 :B

Pela Última Vez

Renega teu corpo e abraça o vazio
Fecha os olhos que tudo passa
Garota, não seja tola, pare de pensar
Não perca seu tempo procurando a mim

Eu te abandonei a tanto tempo
Que já nem sei quem mais fui contigo
Mas não cuido mais das suas rosas
Não posso mais regar seus amores

Estou lhe devolvendo o peso do céu
Agora é você a responsável por sustentá-lo
Comigo levo o Sol e os mares de verão
As estrelas e a Lua, acostume-se com o escuro

Levo embora o calor dos meus abraços
O carinho dos meus dedos e beijos
Meus amores e esperanças, que depositei em ti

Não espere que eu volte, não pretendo
Faço isso para o bem de ambos nós dois
E para que saibas o quanto doem quando se arrancam
As flechas do cupido, de um coração partido...
Para que saibas o quanto fui insubstituível
M