Olá pessoal, primeiramente queria eu lhes pedir as mais sinceras desculpas. Quinta-feira (que nesta semana representaria o dia de post do Sr. J) não houve post devido a uma séria crise de falta de inspiração, eu também nem posso falar nada, já que não era meu dia e eu tinha uma viagem programada para as 17:00 eu mal chequei o Blog, mas acabei não viajando, então aqui estou. Ontem era MEU dia, acontece que eu tive de acordar 8:30 para sair de casa 9:30, então voltei as 20:00 para casa e logo tive de sair novamente, voltando as 2:00, então não tive tempo nem de respirar. Infelizmente são coisas que acontecem, inclusive lhes peço perdão pelo Sr. J também, que acabei encontrando ontem, que infelizmente está sofrendo de crise de existência e queria novos ares, então lhe darei espaço para pensar um pouco.
Enfim, depois desse rascunho de bíblia, vamos ao post HAHAHAHA. Hoje eu gostaria de comentar sobre uma coisa que eu nunca consegui superar direito, o abandono, eu sou meio paranoico e gosto de manter contato com quem eu gosto para simplesmente essa pessoa não me esquecer, porque cada pessoa que me esquece é uma agulhada no meu coraçãozinho :'( mas também não gosto de ser inconveniente a ponto de prendê-las a mim... Será que vai conseguir me compreender? Musiquinha para embalar a leitura:
Eu termino em PONTOS
Sou um daqueles andarilhos solitários, não por escolha, não por votos, pelas circunstâncias. Dizem que a companhia de um samurai é somente sua espada e as estrelas do Universo, mas meu céu não tem estrelas, ele permanece dormindo. Sempre foi assim, não atraio os sorrisos alheios, só olhares curiosos. Não ganho seguidores ou fãs, não me digno a olhar para os lados.
Sigo atravessando vales e rios, desertos e florestas, sem ter um objetivo concreto. Talvez por isso nunca tenha conseguido alguém para me acompanhar, quem quer seguir ao lado de alguém que não tem um sonho?
Então os deixo partir, e eles vão leves, como balões de hélio, lentamente, até sumir no horizonte. Não aceno ou olho para trás para ver se me olham uma última vez, acho que isso torna tudo mais fácil. Não quero me prender ao que não pude ter, não quero pensar em como seria se não fosse eu. Pois eu sou assim, e não vou mudar.
As sombras do meu passado que uso no corpo estão ali para me lembrar o que as raízes podem fazer comigo, enegrecer-me...
Mas sabe, as vezes eu sorrio por saber
que não fico em cima do muro nesses assuntos,
minhas pegadas na areia não vão ficar,
eu vou embora para nunca mais voltar,
quem quiser que me procure, e se me encontrar:
que fique por escolha própria, me abrace haja frio ou calor
haja fome ou temor, no silêncio ou terror, por medo ou amor
Ou vá por motivos próprios, e quando for não olhe para trás
por que eu não vou olhar, eu vejo o futuro passar, o passado
sempre deixei para trás, assim como quem não me quis
minha vida não termina em reticências, termina num perfeito ponto final
e quem for embora saberá que quem verá as costas
de alguém a abandoná-lo, será ele, e não eu... Eu já disse
Não olho para trás, PONTO.
M