O homem trajava um macacão negro emborrachado, ao seu lado uma tela exibia o número de dias que ele passara no espaço até então.
— Duzentos dias terráqueos. Agora já parecem mais de mil – Disse Eustáquio, para si mesmo.
Foram duzentos dias sozinho em uma nave grande o suficiente para pelo menos quinze tripulantes. O motivo da jornada solitária era simples, Eustáquio estava indo para um planeta em um sistema pouco semelhante ao sistema solar. Lá, ele iria procurar pelos restos esquecidos de um povo que nunca foi capaz de cruzar o espaço.
Com a evolução tecnológica, profissões que séculos antes eram esquecidas, passaram a ser lembradas e respeitadas. Uma dessas profissões era a de arqueólogo.
Eustáquio não era o mais famoso arqueólogo interplanetar, suas descobertas quase sempre envolviam mitologias primitivas que era baseadas na ignorância dos diversos povos. Trabalhos distantes das pesquisas arqueológicas que estudavam civilizações primitivas que foram visitadas por seres de outros planetas.
— Se não for agora, sinto que vou acabar tendo que trabalhar em um fast-food espacial.
Uma voz ecoou pela sala da nave:
“— Senhor, pousaremos no planeta V-800 em menos de trinta segundos.”
— Lá vamos nós – Sussurrou Eustáquio.
Enquanto a nave passava pelo processo de pouso, o homem vestiu seus equipamentos para caso os gases do planeta fossem tóxicos. Até que a análise do ar fosse feita pelo seu traje tecnológico, a melhor escolha seria prevenir-se.
Um baque suave atingiu a nave e novamente a voz eletrônica soou:
“— Chegamos, senhor. Quando estiver pronto para deixar a nave, pressione o botão ao lado da porta principal.”
Eustáquio estava apreensivo, dirigiu-se até a saída da nave e apertou o botão verde. Uma seta amarelada acendeu no centro da porta, que lentamente desceu até tocar o solo do planeta esquecido.
O homem checou seus equipamentos e falou para si:
— Boa sorte, Eustáquio.
Com a evolução tecnológica, profissões que séculos antes eram esquecidas, passaram a ser lembradas e respeitadas. Uma dessas profissões era a de arqueólogo.
Eustáquio não era o mais famoso arqueólogo interplanetar, suas descobertas quase sempre envolviam mitologias primitivas que era baseadas na ignorância dos diversos povos. Trabalhos distantes das pesquisas arqueológicas que estudavam civilizações primitivas que foram visitadas por seres de outros planetas.
— Se não for agora, sinto que vou acabar tendo que trabalhar em um fast-food espacial.
Uma voz ecoou pela sala da nave:
“— Senhor, pousaremos no planeta V-800 em menos de trinta segundos.”
— Lá vamos nós – Sussurrou Eustáquio.
Enquanto a nave passava pelo processo de pouso, o homem vestiu seus equipamentos para caso os gases do planeta fossem tóxicos. Até que a análise do ar fosse feita pelo seu traje tecnológico, a melhor escolha seria prevenir-se.
Um baque suave atingiu a nave e novamente a voz eletrônica soou:
“— Chegamos, senhor. Quando estiver pronto para deixar a nave, pressione o botão ao lado da porta principal.”
Eustáquio estava apreensivo, dirigiu-se até a saída da nave e apertou o botão verde. Uma seta amarelada acendeu no centro da porta, que lentamente desceu até tocar o solo do planeta esquecido.
O homem checou seus equipamentos e falou para si:
— Boa sorte, Eustáquio.
