Olá vocês! Hoje era pra ser um dia normal de post, mas estive ocupado na maior parte do dia e realmente não tive nenhuma grande ideia para escrever. Na verdade me sinto bem cansado ultimamente, sem querer usar isso como desculpa por não ter um poema para hoje. É triste dizer isso, mas a falta de algo para postar me levou a revirar alguns arquivos atrás de algo, encontrei um trecho de um poema sobre uma tal cigana.
“Ela voltou! Ela
voltou!”
Gritava o garoto,
“Meu senhor, a cigana está na cidade!”
E eu corri para ver o meu amor,
Uma vez, um velho me disse que cada vez que amamos
Descobrimos um pedaço de nosso coração,
Aquela cigana fez-me descobrir que existia dentro de mim
Todo um céu azul e com nuvens brancas de paixão,
Todos os dias secretamente escrevera para ela,
Cartas que nunca enviei, sequer reli o que havia posto sobre o papel,
E as palavras que tantas vezes usei, fugiram de mim,
Não soube o que dizer quando ela se aproximou,
Sei que parece loucura conviver com esses sentimentos,
Mas apenas duas semanas sem vê-la me deixaram assim,
Não disse “Oi”, nem “Olá”,
Apenas beijei seus lábios vermelhos e levei-a dali,
Na cama, descobri que nossos corpos ainda eram confidentes,
Sabiam exatamente o que fazer um com o outro,
Conheciam cada curva, cada encaixe, perfeitamente,
Deleitei-me com o prazer gritante da noite,
Acordei achando que tudo não passara de um sonho,
Mas para minha surpresa, havia alguém comigo na cama,
As mechas loiras sobre meu ombro, a respiração regular,
E a coberta, deixando de fora uma das coxas claras.
Gritava o garoto,
“Meu senhor, a cigana está na cidade!”
E eu corri para ver o meu amor,
Uma vez, um velho me disse que cada vez que amamos
Descobrimos um pedaço de nosso coração,
Aquela cigana fez-me descobrir que existia dentro de mim
Todo um céu azul e com nuvens brancas de paixão,
Todos os dias secretamente escrevera para ela,
Cartas que nunca enviei, sequer reli o que havia posto sobre o papel,
E as palavras que tantas vezes usei, fugiram de mim,
Não soube o que dizer quando ela se aproximou,
Sei que parece loucura conviver com esses sentimentos,
Mas apenas duas semanas sem vê-la me deixaram assim,
Não disse “Oi”, nem “Olá”,
Apenas beijei seus lábios vermelhos e levei-a dali,
Na cama, descobri que nossos corpos ainda eram confidentes,
Sabiam exatamente o que fazer um com o outro,
Conheciam cada curva, cada encaixe, perfeitamente,
Deleitei-me com o prazer gritante da noite,
Acordei achando que tudo não passara de um sonho,
Mas para minha surpresa, havia alguém comigo na cama,
As mechas loiras sobre meu ombro, a respiração regular,
E a coberta, deixando de fora uma das coxas claras.
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